Com mais de 26 anos de atuação, Tales desenvolve soluções personalizadas para eventos e projetos tecnológicos, incluindo salas imersivas que integram som, imagem e automação com precisão milimétrica
Imagine entrar em uma sala onde todas as paredes se transformam em uma única tela, criando a sensação de estar dentro de um vídeo. Você olha para os lados, para o chão, e tudo faz parte da mesma imagem contínua, sem cortes, sem emendas visíveis. Essa é a proposta das chamadas salas de imersão, experiências audiovisuais que vêm ganhando espaço em eventos, lançamentos de produtos e apresentações corporativas. Por trás dessa tecnologia impressionante, existe um processo técnico cuidadoso.
“O cliente chega com um espaço e uma ideia. Às vezes é um imóvel, um carro, ou um conceito mais abstrato. A partir disso, crio um projeto específico para que tudo funcione de forma integrada e impactante”, explica Tales Henrique, especialista em tecnologia aplicada a eventos e projetos personalizados.
A montagem de uma sala de imersão começa com o levantamento detalhado do local onde a experiência será construída. Cada ambiente é único, e as medidas do espaço influenciam diretamente na escolha dos projetores, na resolução final da imagem e até no posicionamento dos alto-falantes. A depender do projeto, podem ser utilizadas três, quatro ou até mais superfícies de projeção incluindo teto e piso, quando o objetivo é ampliar ainda mais a sensação de profundidade.
A tecnologia envolvida exige precisão. Os projetores precisam trabalhar em conjunto no modo blend, que une várias imagens em uma só, sem que o espectador perceba as junções. “O grande desafio é fazer com que tudo funcione como uma única coisa. O vídeo precisa ter a resolução exata, os equipamentos devem estar alinhados e o som distribuído de forma uniforme”, comenta Tales.

Além disso, há um detalhe que costuma passar despercebido para quem apenas assiste: o vídeo exibido nessas salas precisa ser criado sob medida. O responsável pela produção das imagens depende das especificações técnicas definidas por Tales e sua equipe, como a resolução total da tela e as proporções exatas de cada superfície. Isso só é possível graças ao conhecimento técnico acumulado por anos de prática.
A etapa final envolve a instalação e os testes. Em projetos mais simples, são necessários ao menos dois dias de trabalho. Nos mais complexos, esse tempo pode dobrar. Tudo precisa ser ajustado nos mínimos detalhes: foco, sobreposição de imagem, sincronia de áudio e funcionamento dos controles. No entanto, depois de pronto, o sistema é surpreendentemente simples de operar. “Deixamos tudo pronto para que o cliente use com um controle remoto de dois botões: play e stop. Costumamos utilizar o Logitech Spotlight porque ele é eficiente e elegante ao mesmo tempo”, completa.
Esse contraste entre a complexidade do projeto e a simplicidade no uso final é uma marca do trabalho de Tales. Ele orquestra cada etapa como um maestro organizando luz, som, cabos e softwares para entregar uma experiência fluida e impactante. E, apesar do avanço das inteligências artificiais e da automação, ele acredita que o fator humano segue sendo o verdadeiro diferencial. “Ainda é preciso alguém que entenda o todo. A tecnologia ajuda, mas quem garante que ela funcione bem é quem a conhece por dentro”, diz.

A atuação de Tales mostra que, por trás de experiências tecnológicas impressionantes, há sempre um trabalho técnico silencioso, mas essencial. Seu conhecimento, desenvolvido ao longo dos anos e longe das salas de aula tradicionais, é o que permite que marcas renomadas transformem ideias em vivências marcantes.
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