Durante décadas, a menopausa foi tratada com silêncio ou medo. Para muitas mulheres, ela ainda é sinônimo de desconforto, envelhecimento e perda de vitalidade. No entanto, profissionais como a médica Gabriela Azevedo vêm trabalhando para transformar essa narrativa e trazer luz a um tema essencial: o cuidado com a saúde da mulher durante e após a menopausa.
Especialista em saúde da mulher, Gabriela Azevedo tem se destacado por sua abordagem acolhedora e atualizada. Em suas consultas e palestras, ela reforça que a menopausa é uma fase natural da vida feminina e deve ser encarada com informação, apoio e autocuidado.
“A menopausa não é o fim de nada. É uma nova fase que pode ser vivida com equilíbrio, saúde e plenitude, desde que a mulher esteja amparada e bem orientada”, afirma a médica.
A transição para a menopausa, geralmente entre os 45 e 55 anos, pode vir acompanhada de sintomas como ondas de calor, alterações de humor, insônia e diminuição da libido. Gabriela destaca que, embora esses sintomas sejam comuns, eles não precisam ser ignorados ou normalizados como um sofrimento obrigatório.
Ela defende uma abordagem individualizada, que pode incluir mudanças no estilo de vida, acompanhamento psicológico e, quando necessário, terapias hormonais seguras e bem indicadas. Mais do que tratar os sintomas, seu foco está em proporcionar bem-estar físico e emocional.
Além da atuação em consultório, Gabriela Azevedo também tem se dedicado a ampliar o debate sobre menopausa nas redes sociais e eventos. Ela acredita que o conhecimento é o principal aliado da mulher nessa fase. “A informação liberta. Quando a mulher entende o que está acontecendo com seu corpo, ela se sente mais segura para fazer escolhas e buscar ajuda.”
Com sua voz firme e empática, a médica tem ajudado a romper estigmas e mostrar que a menopausa não precisa ser um período de perdas, mas sim de transformação e renovação. “É hora de parar de temer a menopausa. Ela pode ser o começo de uma das fases mais livres da vida da mulher”, conclui.
Em tempos em que a saúde feminina ganha cada vez mais espaço, iniciativas como as da Dra. Gabriela Azevedo são fundamentais para garantir que nenhuma mulher passe por essa fase sozinha ou desinformada.