Dinheiro na poupança é coisa do passado!

0
222

Saiba porque este tipo de investimento não é mais viável e como diversificar as suas aplicações financeiras reduzindo riscos e aumentando o bolo!

Apesar da poupança ser o instrumento de investimento mais popular do Brasil, quem se informa o mínimo possível sobre finanças consegue entender que essa preferência não tem nada a ver com o seu resultado, visto que ano após ano, o retorno da aplicação em poupança tem ficado abaixo da inflação. Isso significa que o seu dinheiro está “perdendo valor de compra”, já que o preço para consumir os principais produtos básicos da economia cresceu mais do que o capital aplicado neste investimento.

Para Sílvio Azevedo, consultor, educador financeiro, palestrante e CEO da AZV Finanças, em Belo Horizonte, este quadro é péssimo. “Atualmente o Brasil tem muitas opções de investimentos tão seguras quanto a poupança e que oferecem um retorno muito maior. Infelizmente, a falta de informação sobre essas aplicações ainda deixa as pessoas persistirem neste erro. Apenas 5% dos ricos mantêm o seu dinheiro na Poupança, enquanto 70% da população pobre deixa o seu recurso praticamente parado lá”.

Certamente, a baixa rentabilidade é o que torna este tipo de investimento muito ruim em um país onde a desvalorização da moeda é constante. “Opções como o Tesouro Direto, que é a compra facilitada de títulos públicos, podem oferecer rentabilidade superior à poupança com a mesma segurança e liquidez compatível.. Ainda nesta linha, apenas ao comparar com o Tesouro, a poupança rende cerca de 6% ao ano, enquanto já existem títulos com praticamente o dobro de rentabilidade. Uma pessoa física pode comprar títulos a partir de valores baixos, como R$ 200,00”, citou o especialista.

É hora de diversificar!

Para sair de vez da poupança, o investidor precisa antes de tudo entender sobre a necessidade de diversificar. Para Sílvio, vale a pena variar as aplicações com ativos de maior potencial de retorno e também perfis mais moderados, isso distribui e reduz os riscos em mais de um tipo de investimento. “Não precisa saber tudo sobre o universo financeiro para começar a aplicar. A diversificação é importante na gestão de qualquer carteira individual. Começar aos poucos é um bom passo”.

Além disso, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), garante segurança ao seu dinheiro. Atualmente, este fundo assegura o investidor em até R $250 mil, para casos de quebra do banco que ele tenha dinheiro aplicado em determinados ativos.

Azevedo ainda alerta que o investidor que abrir os olhos para a diversificação pode ainda ir para outros caminhos ainda melhores e até mais rentáveis, como as ações que pagam dividendos. “Algumas boas empresas pagam bons dividendos, que são uma parcela do lucro apurado e distribuído aos acionistas. Se escolhidas de forma correta, tendem a render mais que a poupança. O investidor neste caso deve pesquisar mais sobre o histórico da empresa antes de começar. É um investimento que demanda um pouco de atenção e cautela”, observa.

Ele acrescenta que a recompra de ações através do pagamento de dividendos é uma das estratégias mais rentáveis para o investidor de longo prazo, que pode ainda ganhar com a valorização desta empresa. “Na dúvida procure sempre um educador financeiro para orientá-lo sobre as melhores formas de investimento. Você pode buscar uma consultora inicial para conseguir caminhar sozinho logo depois e aumentar cada vez mais os seus recursos”, sugeriu Silvio.

Fonte: Sílvio Azevedo, administrador de empresas, com ampla experiência no setor bancário e consultoria, especialista em mercado e educação financeira. Membro do MDRT (Million Dollar Round Table). É diretor e fundador da AZV Investimentos (azvinvestimentos.com.br / Redes Sociais: @silviocazevedo)

Artigo anteriorCongelamento de óvulos é opção mais segura para mulheres que desejam adiar a gravidez
Próximo artigoComo destacar o seu negócio em tempos de pandemia?
Editor e fundador do Jornal Brasil Agora [BH/MG/Brasília-DF] - Ano: 2015 ________________________________________________________________________ Diretor do 'Grupo Conteúdo' - Agência de Notícias | Publicidade & Marketing Digital. Siga o Instagram e leia outras matérias e artigos no perfil:@felipe_jesusjornalista. ________________________________________________________________________ Gestor Adv. - | FJ - Escritório de Assistência Jurídica - EAJ |. Membro da "Associação dos Advogados Empreendedores - (AAE-OAB) ________________________________________________________________________ Formado em Jornalismo pela (Faculdade - FESBH), Publicidade & Propaganda (Instituto Politécnico de São Paulo), Relações Públicas (Universidade UIB/EUA), Teólogo (Faculdade ESABI/BH-MG), Sociologia (Faculdade Polis das Artes/SP), Economia (Universidade USIP), Bacharel em Direito (Universidade - UNIESP/FACSAL-BH/MG) e Ms. em Comunicação Social: Jornalismo e Ciências da Informação (Univ. UEMC/Espanha). ________________________________________________________________________ Com larga experiência em coberturas da área de Cultura (Jornal & Assessoria de Imprensa): Shows, lançamentos de álbuns, livros e exposições de arte, trabalhou durante anos, também, fazendo coberturas e matérias na área de Economia (ao qual acabou se graduando posteriormente). Atualmente, além de editorar alguns portais de notícia no país, ser redator e administrador, escreve duas colunas semanais. Com a "Crítica Musical" (coluna que está no CulturalizaBH - Portal Uai ao qual é editor e financeiro) e a coluna "Opinião & Comportamento", que durante anos ficou no portal da RedeTV e hoje está no portal "Rondônia Digital". Desta coluna, surgiu o E-book: "Sociedade Conectada: A Influência da Internet no Cotidiano" - Ed. Escrita Certa (2019). "A escrita é a minha maior paixão" (Felipe de Jesus). ________________________________________________________________________ [ Siga o Instagram: @felipe_jesusjornalista ]

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui