Espaços compartilhados dedicados à área da saúde são opção para profissionais autônomos

0
664
hospital, medical education, health care, people and medicine concept - group of happy doctors with tablet pc computers meeting at medical office

Coworkings médicos são aposta para alavancar economia e levar comodidade aos pacientes

O segmento médico está em plena expansão. Hoje em dia, este é um dos principais pilares da economia, além de ser responsável pelo bem-estar geral da população. Porém, para seguir neste mercado, é necessário mais preparação do que muitos imaginam. Manter um consultório ou clínica funcionando da maneira correta, com responsabilidade e qualidade, requer dedicação, profissionalismo, investimento, entre outras características. Por isso, muitas vezes, o profissional precisa procurar alternativas que atendam às necessidades próprias e do paciente.

De acordo com levantamento do Sebrae, uma clínica médica pode gastar mais de 270 mil reais por ano, ou seja, um gasto que, nem sempre, é viável. A solução para a maioria desses casos se tornou o investimento em coworkings, também conhecidos como espaços compartilhados. O modelo de negócio, que ficou famoso entre diversos tipos de empreendedores, chegou à área da saúde com força total.

A empreendedora e psicóloga, Cássia Caxito, comenta que a facilidade de investimento aliada ao conforto desse tipo de local é o que mais chama atenção. “A maioria dos profissionais não tem tempo ou capital suficiente para se dedicar à construção do próprio negócio. Então, esse tipo de espaço é fundamental para que eles consigam montar seus empreendimentos e se dedicar a profissão sem se preocupar com muitas partes burocráticas”, conta a psicóloga, que também é proprietária do Espaço Essence, um coworking especializado no segmento da saúde.

Como funciona?

Assim como os coworkings normais utilizados por pequenos empresários, o coworking médico tem como objetivo oferecer um espaço físico para que o especialista atenda seu público de maneira confortável e com estrutura de consultório. “Existem diversos formatos de coworking médico. No Espaço Essence, por exemplo, o foco são consultórios e salas para atendimento psicológico, massoterapia, yoga e outros tipos de terapia. Em outros locais, por exemplo, podem ser oferecidos equipamentos específicos para a área de atuação”.

A especialista completa que, a partir do momento em que o profissional contrata o local, ele pode contar com toda a estrutura de um consultório comum, como sofás, sala de espera e etc.

Quem pode utilizar?

Seja para profissionais em início de carreira ou mais experientes, Cássia conta que os espaços compartilhados são uma excelente opção. “Geralmente, o público mais experiente tem dúvidas se realmente vale a pena investir nesse tipo de espaço. O fato é que esse é um bom investimento para qualquer um. Mesmo para quem é mais experiente e quer atender em um novo local ou expandir a área de atendimento, ou para quem está começando e não possui capital ou tempo suficiente para investir em um consultório próprio”, destacou.

Fonte: Cássia da Silva Caxito, psicóloga e empreendedora. Atua como Psicóloga Clínica, Pós Graduada em Avaliação e Diagnóstico Psicológico pela PUC Minas, Ministra cursos na área da Avaliação Psicológica, Perita da Justiça Federal e Perita Assistente Técnica. É diretora do Espaço Essence, coworking especializado na área da saúde, no Bairro Cidade Nova.

Artigo anteriorCENSA Betim será condecorado com ‘Diploma de Honra ao Mérito’ em homenagem aos 55 anos da instituição
Próximo artigoCamarote Teen acontece na próxima semana com atrações do funk, rap e trap
Editor e fundador do Jornal Brasil Agora [BH/MG/Brasília-DF] - Ano: 2015 Diretor do 'Grupo Conteúdo' - Agência de Notícias | Publicidade & Marketing Digital. Siga o Instagram e leia outras matérias e artigos:@felipe_jesusjornalista. ______________________________________________________________________________________________ Formado em Jornalismo pela (Faculdade - FESBH), Publicidade & Propaganda (Instituto Politécnico de São Paulo), Relações Públicas (Universidade UIB/EUA), Teólogo (Faculdade ESABI/BH-MG), Sociologia (Faculdade Polis das Artes/SP), Economia (Universidade UNIP/SP), Bacharel em Direito (Universidade - UNIESP/FACSAL-BH/MG) e Ms. em Comunicação Social: Jornalismo e Ciências da Informação (Univ. UEMC/Espanha). Com larga experiência em coberturas da área de Cultura (Jornal & Assessoria de Imprensa): Shows, lançamentos de álbuns, livros e exposições de arte, trabalhou durante anos, também, fazendo coberturas e matérias na área de Economia (ao qual acabou se graduando posteriormente). Atualmente, além de editorar alguns portais de notícia no país, ser redator e administrador, escreve duas colunas semanais. Com a "Crítica Musical" (coluna que está no CulturalizaBH - Portal Uai ao qual é editor e financeiro) e a coluna "Opinião & Comportamento", que durante anos ficou no portal da RedeTV e hoje está no portal "Rondônia Digital". Desta coluna, surgiu o E-book: "Sociedade Conectada: A Influência da Internet no Cotidiano" - Ed. Escrita Certa (2019). "A escrita é a minha maior paixão" (Felipe de Jesus). ______________________________________________________________________________________________ [ Siga o Instagram: @felipe_jesusjornalista ]

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui