Calvície pode atingir até 40% das mulheres com menos de 50 anos

Conheça as causas e os tratamentos
mais indicados para o problema

A queda de cabelo causa prejuízos na qualidade de vida e autoestima feminina e apesar de muito comum, não é corretamente diagnosticada em todos os casos. Em consequência disso, as terapias prescritas nem sempre são as mais adequadas. Cerca de 40% da população feminina com menos de 50 anos pode ser acometida pela doença. Detectar a doença ainda precoce é melhor forma de garantir resultados positivos.

De acordo com a médica dermatologista Luíza Ottoni, especialista em tricologia e implante capilar, alopecia ou calvície é o termo usado para perda parcial ou total de pelos de qualquer área do corpo. “Nas mulheres, a calvície manifesta-se como rarefação e afinamento dos fios na região central do topo da cabeça, de forma diferente da masculina. O processo de miniaturização nas mulheres é mais difuso e ocorre de forma gradual”.

De acordo com ela, a causa da calvície é genética-hormonal, mas essa herança difere da masculina. “O início do aparecimento dos sintomas pode ocorrer logo após a puberdade, com picos de prevalência entre 20 e 30 anos, além dos períodos de perimenopausa. Por isso, é importante enfatizar a importância da procura por um especialista para o diagnóstico correto da causa da queda capilar”, citou Luíza.

A especialista conta que durante a consulta é realizado o exame de tricoscopia digital, aparelho que possui lupa de aumento de até 120x, para análise do couro cabeludo e dos fios, assim o diagnóstico em consultório pode ser feito de maneira mais precisa. Exames laboratoriais podem ser necessários. E em casos de dúvidas, uma biopsia de couro cabeludo pode ser solicitada pelo especialista.

Tratamento

É importante estar bem informada antes de se submeter ao tratamento da queda de cabelos, compreender a causa e a evolução da patologia diagnosticada para aderir corretamente ao (s) medicamentos (s). “São comuns casos de pacientes que tentaram tratar o seu problema, mas sem obter sucesso e, quando verificado, o tempo de terapia ou a droga usada não eram os indicados”, afirmou a dermatologista.

Ela esclarece que o tratamento para calvície pode ser realizado com shampoos para controle de oleosidade, loções, comprimidos. “A grande novidade é a possibilidade de aplicação com micro injeções de medicamentos diretamente na pele do couro cabeludo com aparelhos eletrônicos.  Além disso, o transplante capilar é uma ótima opção principalmente para região da franja em mulheres”, garantiu Ottoni.

Segundo a Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar, desde 2004, o número de pacientes do sexo feminino que fizeram cirurgia para restauração capilar em todo o mundo aumentou 24%. No mundo inteiro, as mulheres constituem 14,2% de todos os pacientes de restauração capilar. A médica ressalta que a cirurgia de transplante de cabelo costuma ser indicada juntamente com os tratamentos clínicos.

Fonte: Dra. Luiza Ottoni – médica dermatologista, especialista em tricologia e implante capilar. Atua na Clínica Espaço A, em Belo Horizonte (www.tricologiabh.com.br)

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